Luiza Maia nega existência de mandado de prisão contra si e chama opositor de 'descontrolado'

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Luiza Maia nega existência de mandado de prisão contra si e chama opositor de 'descontrolado'

Foto: Tiago Melo/Bahia Notícias
“É tudo mentira”. Foi assim que a deputada estadual Luiza Maia (PT) rebateu a versão que circula em Camaçari de que um mandado de prisão contra ela teria sido expedido pela Justiça. A informação que chegou à redação do Bahia Notícias é de que oficiais de justiça e policiais militares abordaram a parlamentar quando ela participava de um ato na Câmara de Vereadores da cidade metropolitana. Motivo: o volume alto de um carro de som da campanha do candidato do PT à prefeitura da cidade, Ademar Delgado, estacionado próximo ao fórum, estaria atrapalhando o trabalho do Judiciário. De acordo com o relato feito ao BN, o imbróglio chegou à juíza Mariana Deiró, da 170ª Zona Eleitoral, de Camaçari, que teria determinado a ação da Polícia Militar no caso. Consultada pela reportagem sobre a suposta atuação da magistrada, a assessoria do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) explicou, por meio de nota, que “segundo a 1ª Vara Crime de Camaçari informou, esse mandado de prisão não existe”. De acordo com a deputada Luiza Maia, “o rapaz do cartório apenas pediu” que o veículo deixasse o local porque “o pessoal estava em audiência”. Em entrevista ao BN, o tenente-coronel Demósthenes de Souza Pereira, que assumiu o 12º BPM de Camaçari em abril deste ano, disse “desconhecer” a existência do mandado de prisão. “O que sei é que oficiais de justiça foram ao local acompanhados por PMs e pediram para baixar o som”, declarou. O comandante foi taxativo ao negar ter pedido para policiais do seu batalhão executarem algum mandado: “Não recebi nenhum telefonema de nenhuma juíza”, afirmou, ao opinar que a história é um boato. "Tem muita gente falando dessa história", resumiu o oficial. A parlamentar atribui os rumores ao candidato da oposição, Maurício de Tude (PTN), ainda que sem citar o nome. “Não tenho culpa se ele é descontrolado”, disparou. Segundo ela, a sua presença na Câmara Municipal de Camaçari, nesta terça-feira (18), foi motivada pela moção de repúdio ao pleiteante do PTN à sucessão municipal protocolada pela vereadora Carmen Siqueira (PSD).

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